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Por que praticar yoga no trabalho?

7 Jun 2018

 

 

É fim de tarde. Nos levantamos, afastamos as mesas e cadeiras do escritório para deixar a sala com um espaço livre. Depois, alguns trocam de roupa e todos tiramos os sapatos. Nos sentamos tapetes de yoga enquanto esperamos pela Rosana, instrutora que, durante três dias, nos ensinou alguns movimentos básicos da técnica. Essa pode não ser uma cena tão corriqueira no ambiente de trabalho, mas deveria. Pelo menos é isso que Rosana Santos, professora de yoga, vem defendendo. Nossa experiência, apesar de curta, comprovou que ela está certa.

 

Formada em comércio exterior, Rosana era - assim como muitos de nós - uma “enlouquecida de escritório”. Tinha uma rotina comum: acordava cedo, trabalhava muito, dormia pouco e vivia naquele piloto automático eterno. Quando teve o segundo filho, se mudou para a Serra da Cantareira e saiu do mercado corporativo. “Eu deixei aquela coisa workaholic e fui ter mais um filho, casinha, cachorro. Aí comecei sentir que eu precisava de mais alguma coisa”, explica ela.

 

Em meio de toda essa inquietação, Rosana passou a praticar o yoga. Assim como muitos, sua primeira motivação foi pela questão do corpo, mas logo ela enxergou que a técnica ia além. “Comecei a olhar para mim, a acolher minhas sombras, a ver que eu não era uma tão legal quanto eu achava e ficar ok com isso”, conta. Foi uma jornada de autoconhecimento, que dura até hoje, dez anos depois de participar da sua primeira aula.

 

Por ter feito parte deste mundo corporativo, agora a ideia de Rosana é trazer a técnica para dentro das empresas, com o objetivo de quebrar a rotina no piloto automático que este ambiente pode trazer. “Acredito que os empresários hoje em dia estão olhando diferente para as pessoas. E com razão! Se a gente não humanizar os funcionários, eles não vão estar ali por inteiros”.

 

Segundo ela, o yoga pode funcionar como esse despertar. Incorporar a técnica na rotina do trabalho pode trazer mais entrega, dar mais energia, já que você passa a enxergar o mundo com outra percepção, a ter mais consciência de tudo ao seu redor. “A partir do momento que você faz uma prática, você começa a se expandir tanto, você se emociona com seu corpo, com sua presença, você abre a mente, então o processo criativo muda. Você olha além sempre, não fica no mesmo lugar”, diz.

 

Com isso, a vida ganha uma nova cara. Incorporar a yoga no dia a dia de trabalho pode trazer resultados que vão muito além de números. A produtividade aumenta, é claro. Mas o foco não é esse, até porque cada um passa pela sua própria jornada e as mudanças não vão acontecer ao mesmo tempo. O fato é que a percepção de quem faz yoga se transforma, assim como a noção das suas limitações, dos seus medos. Com isso, as pessoas passam a se entender melhor. Segundo Rosana, a palavra “ressignificar” descreve muito este processo, porque você passa a enxergar tudo de um jeito diferente, com uma nova perspectiva.

 

Um dos motivos de tudo isso acontecer com o yoga é por conta da respiração. Sim, esse hábito do dia a dia - que normalmente passa desapercebido - é um dos grandes aliados da prática. “A respiração traz foco, clareza e presença de uma forma muito rápida”, diz Rosana. Ter maior percepção na respiração também é uma ótima forma de combater o estresse, tão comum na rotina. “Às vezes você só precisa tirar 5 minutos para ir no banheiro, respirar, colocar o pulso debaixo da água gelada, sentir o corpo e agradecer por estar vivo. Isso aqui é só uma passagem, não tem sentido a gente passar por essa vida brigando, se estressando”.

 

Uma outra questão que pode ser desenvolvida no ambiente de trabalho é da relação entre as pessoas. “Você tem que ter confiança no outro, começa a ter mais amorosidade pela pessoa que está do seu lado. Você passa a ter mais dignidade na sua prática, vai tentar fazer algum movimento com a perna e talvez não consiga, mas o colega do lado, que você não gosta, consegue. É um exercício físico e espiritual”, diz a professora. Além disso, trazer yoga para o trabalho também pode mudar a relação entre funcionário e chefe, que passa a envolver mais troca, gratidão, um melhor convívio. “Você tem uma pessoa contratada, paga o salário dela e acabou. Mas existe muito no meio disso! Você passa horas do seu dia ali, essa via de mão dupla de ter troca, de ter presença, de você ficar feliz com a vitória do outro, é maravilhosa!”, conclui.

 

O tipo de yoga que Rosana ensina é o ashtanga, uma prática mais intensa que deve ser feita, pelo menos, três vezes por semana. Segundo a professora, se você praticar apenas um dia, sentirá muita dor e talvez não verá os benefícios. Nossa experiência de três dias serviu exatamente para esse momento de despertar, para trazer a percepção de que isso pode ajudar muito na vida e no trabalho. Para as mudanças, de fato, acontecerem, o ideal seria realmente trazer para a rotina, com essa frequência maior. Segundo Rosana, depois de cerca de dois meses de prática, você já sente diversas mudanças e elas continuam acontecendo pelo resto da vida. “Uma prática de yoga não se constrói em um mês, ela leva anos, porque nada que é feito rápido é bom. Não tem solidez”, explica a professora.

 

Para conhecer mais sobre o trabalho de Rosana, acesse seu site e veja como ele pode ser incorporado na rotina da sua empresa!

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