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Os valores, segredos e mensagens dos logos e logotipos mais populares

8 Aug 2016

Enquanto a emissora britânica gastou US$ 1,8 milhão para redesenhar sua marca, os fundadores do Twitter compraram o desenho do passarinho azul por US$ 6.

 

 

É só bater o olho em uma maçãzinha mordida que a imagem remete à Apple, certo? Com o passarinho azul do Twitter, o “eme” amarelo do McDonald’s e o swoosh da Nike, funciona do mesmo jeito. São logos estimadas em bilhões de dólares que fazem com que os produtos dessas marcas sejam facilmente identificados e mais cobiçados por consumidores. O que é curioso é que, enquanto alguns deles custaram uma fortuna para serem criados, outros saíram por quase nada, segundo uma pesquisa feita pelo site FinancesOnline.


A emissora britânica BBC, por exemplo, gastou US$ 1,8 milhão para refazer a marca dela em 1997. O logo criado por Eric Gill em 1932 foi substituído por três caixinhas, cada uma delas com uma das letras da sigla. Óbvio, o dinheiro não foi todo gasto com um único designer que sentou para desenhar. Foram meses de estudo sobre “branding”, como é chamado no marketing o processo de criação de uma marca, estratégia e design.

 

 

 

A Pepsi também gastou alto, US$ 1 milhão, para refazer a bolinha vermelha, azul e branca em 2008. A companhia disse ter um documento de 27 páginas só sobre a estratégia usada no redesenho. Segundo a empresa, há referências a Leonardo Da Vinci, yin-yangs e fitas de Möbius. O público simplificou e acusou a marca de refrigerantes de ter copiado o logo da campanha de Barack Obama à presidência.

 

No outro extremo, está o Twitter. Os fundadores do microblog compraram a imagem do passarinho por US$ 6 no iStockphoto. Estima-se que agências profissionais cobrem US$ 5 mil para desenhar um logo nos Estados Unidos. A Nike, então, gastou apenas US$ 35. Phil Knight, fundador da fabricante de materiais esportivos, pediu a uma estudante de design em 1971 que desenhasse gráficos. Entre eles, saiu o swoosh que permanece intacto desde então.

 

Também há casos em que os próprios donos do negócio sentaram e desenharam a identidade de sua marca. Foi Frank M. Robinson, cofundador da Coca-Cola, que sugeriu que os dois “cês” estilizados da logotipagem iriam cair bem na publicidade. Hoje, a Forbes estima que o logo da empresa valha US$ 55 bilhões. No Google, foi Sergey Brin, cofundador, que criou o logotipo com um programa gratuito de gráficos chamado GIMP. Eles não gastaram milhões, mas certamente cumpriram a tarefa.

 

A compilação do FinancesOnline também se debruça sobre algumas das características e efeitos causados pelos logos e logotipos mais populares. As cores, por exemplo, são fundamentais para definir o tipo de mensagem transmitida:


- Vermelho: intesidade, paixão, amor, agressividade.
- Azul: claridade, conforto, calma, fé, profuncidade, céu e água.
- Amarelo: juventude, energia, frescor.
- Verde: natureza, relaxamento, esperança, harmonia.
- Roxo: glamour, nostalgia, luxo, romantismo.
- Laranja: entusiasmo, criatividade, estímulo.
- Preto: noite, formalidade, mistério, seriedade. 
- Rosa: mulher, doçura, sexualidade, delicadeza.
- Marrom: confiança, suporte, lealdade, segurança. 


Segundo uma pesquisa da Universidade de Amsterdã, crianças com idade entre 2 e 3 anos já possuem alto índice de acerto ao relacionar logos e produtos. Aos oito anos, o índice alcança os 100%. Com tamanho poder de comunicação, os logos mais populares obviamente valem bastante dinheiro. Confira quais são os dez mais valiosos do planeta (os números estão em dólares, e o último logo é o da Louis Vuitton):

 

 

 

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