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Um presente do Facebook para o Neuromarketing

16 Mar 2016

Em 2015, quando foram sugeridos alguns ensaios sobre como poderiam ser implementadas novas formas de “curtir”, além do curtir no Facebook, pouco se esperava dessa nova maneira de interação.
 

Aliás, o encaixe desse modelo foi motivo para mais uma crítica sobre a “orkutização” do Facebook. Agora, depois de lançado, pode-se perceber o quanto isso vai influenciar na maneira como as pessoas interagem, ou reagem a determinadas postagens.


Fato corrente é que ainda é um mistério para muitos, quais métricas podem ser aplicadas com essas novas variáveis e como e quanto elas poderão contribuir com uma estratégia.
 

Bem, faz poucos dias que essa nova ferramenta foi implementada e cobrar algo estratégico ainda é cedo. Mas será mesmo?

Li, logo no lançamento da funcionalidade, em alguns fóruns: “Como criar uma métrica para isso?” e “Agora, como vão ficar meus relatórios?”.

 

Claro que precisamos considerar que esses são comentários bem-humorados de quem topa ir lá e comentar.

E não dá para dizer que não é para tanto, pois essa ferramenta nos dá um ganho altíssimo de performance avaliativa, porém vai ser preciso estudar um pouquinho.

E quando digo que este foi um presente dado pelo Facebook é porque o novo modelo leva a interação para um nível comportamental muito além do Edge Rank.

 

E estudar um pouquinho significa extrapolar o quadrado digital e ir para o quadrado do Neuromarketing, mais precisamente, entender de estados emocionais e como seu estímulo vai gerar outras interações.

E mais, esse processo possui uma resposta biológica, que, ao entender como se dão essas reações, elas farão sentido sobre como sua estratégia está funcionando ou não, muito além do Edge Rank.

 

De fato parece que você vai ter que entender um pouquinho mais de comportamento humano e Neuromarketing.

Defendo ainda que esse entendimento vá até os sistema nervoso autônomo e sistema límbico e outras coisinhas que não estavam no script digital. Muito há para se analisar entre o “Amei” e o “Grr”!

Profundo, não?

 

É, mas o buraco é mais embaixo  mesmo!

 

E se você está preocupado com seu relatório, preocupe-se quando o seu cliente começar a cobrar isso, porque o Neuromarketing não é uma tendência. É uma realidade!

 

 

 

Fonte: E-commerce Brasil (Antony Moreira)

 

 

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